Casa Kairós
Aplicativo nas duas lojas, site com área de membros, livraria, biblioteca de e-books e um CRM inteiro para a liderança. Uma conta só, para tudo.
- Cliente
- Igreja Casa Kairós
- Escopo
- Estratégia, identidade, app, site, e-commerce e CRM
- Plataformas
- iOS, Android, web e painel
- Estado
- Publicado nas duas lojas
A comunidade existia.
O canal digital, não.
A alternativa que estava na mesa era alugar vários aplicativos soltos, cada um com uma mensalidade em dólar e nenhum falando com o outro.
Um site que não era um site
Uma página única com âncoras, sem rotas internas. Nada para o Google indexar, nenhum lugar para aprofundar.
Contato de mentira no ar
Telefone "(00) 00000-0000" e endereço "a definir" publicados. Quem procurava a igreja não achava a igreja.
Tudo morava no WhatsApp
Avisos, agenda, acompanhamento e cuidado pastoral no mesmo lugar onde chega o resto do mundo.
Cada frente num sistema
Membros, conteúdo, comunicação e venda de livros em ferramentas separadas, com o mesmo dado digitado várias vezes.
Uma pessoa, uma conta, um lugar.
- 01
Identidade única, e ela é soberana
Uma só identidade central. App, site, livraria e biblioteca são consumidores dela — nunca donos paralelos. Sem isso, cada módulo acaba com o próprio cadastro e a mesma pessoa vira quatro pessoas diferentes.
- 02
Quem decide o acesso é o banco, não o app
Todo acesso a dado passa por uma regra dentro do banco. O aplicativo nunca decide sozinho quem pode ver o quê. Se um dia alguém escrever uma tela errada, o dado continua protegido, porque a permissão não mora na tela.
- 03
Dado sensível separado do resto
E-mail e telefone saíram da tabela de perfil e foram para uma tabela própria, com acesso restrito ao dono. LGPD tratada como decisão de arquitetura, não como aviso de cookie no rodapé.
- 04
O painel da liderança é o CMS
A liderança pediu "as funções do WordPress, com a cara da Kairós". Em vez de instalar um WordPress ao lado, o editor de conteúdo entrou dentro do próprio CRM — mesma conta, mesma base, publicação sem retrabalho.
Seis produtos, uma base só.
Aplicativo iOS e Android
Feed da comunidade, mensagens com áudio, Bíblia completa offline com destaques e notas, cursos com certificado, TV e biblioteca.
Site institucional
Sobre, cultos, ministérios, eventos, blog e visite-nos — com rotas de verdade, cada uma indexável.
Área de membros
Conta única, sessão validada no servidor e conteúdo exclusivo atrás de login.
Livraria
Catálogo, sacola e checkout com Pix e cartão. O aviso de pagamento é a fonte da verdade do pedido, não o retorno do navegador.
Biblioteca de e-books
Leitor próprio com link assinado que expira em cinco minutos, marca-d'água com o nome do leitor e bloqueio de captura de tela.
CRM e ERP da liderança
Pessoas, jornada do visitante ao líder, cuidado pastoral, células, eventos com check-in, contribuições, escalas e patrimônio.
"Esconder o link não bastou."
A Apple rejeitou o aplicativo três vezes. A terceira é a que vale contar, porque a primeira solução estava errada.
- 01
A rejeição
Guideline 3.1.1: o app dava acesso a conteúdo digital pago comprado fora dele, sem oferecer compra dentro do app. Na prática, a Apple queria a comissão da loja — ou o comércio fora do iOS.
- 02
A primeira tentativa, que falhou
Escondemos no iOS os links da livraria: o item do menu, o card e o botão de mais informações. Reenviamos. A Apple rejeitou de novo, e com razão — o catálogo ainda exibia títulos pagos. O link estava escondido, a loja não.
- 03
A solução que passou
Modo leitor de verdade: no iOS a biblioteca passa a mostrar só o que é gratuito e o que a pessoa já possui. Título pago que ela não tem simplesmente não existe naquela tela — sem menção, sem convite, sem caminho para fora.
- 04
O detalhe que preservou o cliente
Quem já tinha comprado continuou lendo normalmente. Só o comércio saiu do iOS, não o acesso. E não viraram dois aplicativos: um único código serve as três plataformas com políticas comerciais diferentes.
Por que isso está aqui: porque a primeira solução era a óbvia, e estava errada. O que resolveu foi reler a regra em vez de tentar contorná-la. Case que só mostra acerto não ajuda ninguém a decidir com quem trabalhar.
Um centro, e canais ligados a ele.
Quatro modos de cor, cada um com um uso definido — preto para profundidade, off-white para ensino, laranja para chamado, amarelo para celebração. A liderança comunica dentro da marca sem depender de terceiros.
O tamanho real da coisa.
Números contados no repositório, não estimados.
Telas no aplicativo
Cerca de 50 mil linhas de código só no app, em cinco produtos dentro do mesmo repositório.
Tabelas, todas protegidas
Nenhuma tabela sem regra de acesso, com 183 políticas escritas uma a uma.
Rotas entre site e painel
33 no site institucional e 51 no CRM da liderança.
Migrações de banco
Toda mudança de estrutura versionada — dá para reconstruir o banco do zero.
E-mails da marca
Mais 14 gatilhos de notificação e 3 rotinas automáticas, incluindo backup diário.
Documentos de segurança
Arquitetura de identidade e permissão escrita antes de virar código.
No ar e em evolução.
No ar
- Aplicativo publicado na App Store e no Google Play
- Site institucional com rotas próprias e área de membros
- Livraria com catálogo, sacola e pagamento
- Biblioteca de e-books com leitor protegido
- CRM e ERP da liderança, com CMS embutido
- E-mail transacional e notificação em produção
- Backup diário guardado fora do servidor
Em evolução
- Abertura comercial da livraria
- Novos módulos do ERP, por demanda da liderança
- Conteúdo e cursos, alimentados pela própria equipe
Sobre número de uso: não publicamos quantidade de membros, download ou receita. São dados da igreja, não da Montan — e divulgar número de cliente sem autorização é falta de respeito com quem confiou o projeto.
Precisa de algo desse tamanho?
Projeto assim começa por conversa, não por proposta.