Você pede orçamento de site para três lugares e recebe três respostas que não conversam entre si: R$ 500 de um conhecido que “mexe com isso”, R$ 4 mil de uma agência, R$ 15 mil de outra. Sem uma referência clara, a decisão vira aposta. E quem já pagou barato para refazer tudo seis meses depois sabe exatamente quanto essa aposta custa.
Por que os orçamentos variam tanto
Não existe “preço de site”. Existe preço de escopo. Um template pronto adaptado às pressas custa pouco porque entrega pouco. Um projeto sob medida, com design exclusivo, textos pensados para vender e estrutura preparada para o Google, exige mais horas de gente qualificada — e é isso que você está pagando.
Outros fatores que mexem no número: quem faz (freelancer, agência ou plataforma faça-você-mesmo), o que está incluso (design, textos, hospedagem, identidade visual) e o modelo de cobrança (valor fechado ou mensalidade que nunca acaba). Antes de comparar preços, compare escopos.
O que um site profissional precisa entregar em 2026
O básico bem feito mudou de patamar. Hoje, um site que trabalha a seu favor precisa de:
- Velocidade real no celular — é lá que a maioria dos seus clientes está;
- Design exclusivo, alinhado à sua marca, e não um template que aparece em outros dez sites da cidade;
- Estrutura pensada para o Google: títulos corretos, páginas de serviço, dados completos da empresa;
- Caminho claro para o contato: botão de WhatsApp visível e formulário que realmente funciona;
- Segurança: certificado HTTPS e backups — sem isso, o navegador avisa ao cliente que seu site “não é seguro”.
O que precisa vir incluso no orçamento
É aqui que os orçamentos baratos se revelam. Antes de fechar com qualquer um, confirme se estão inclusos:
- Domínio registrado no seu nome — não no nome da agência. Isso evita ficar refém depois;
- Identidade visual (logo, cores, tipografia) ou adequação profissional da que você já tem;
- Textos revisados, e não um “manda aí o que você quer escrever”;
- SEO básico configurado desde o lançamento;
- Treinamento ou suporte para você fazer alterações simples sem pagar por cada vírgula.
Desconfie de propostas que escondem mensalidades obrigatórias, cobram por qualquer alteração ou não dizem em nome de quem fica o domínio. O barato que prende é o mais caro que existe.
Um exemplo prático: a oficina mecânica
Uma oficina paga R$ 600 num site de template. Resultado: fotos genéricas de banco de imagem, nenhuma página explicando os serviços, sem botão de WhatsApp e invisível no Google. Quem busca “oficina perto de mim” encontra o concorrente. O dono conclui que “site não funciona” — quando o que não funciona é aquele site. Com páginas por serviço (freio, suspensão, injeção eletrônica), fotos reais da equipe e um botão de orçamento em destaque, o mesmo negócio passa a receber contato de gente que já chega decidida.
Então, quanto custa?
Plataformas faça-você-mesmo custam quase nada em dinheiro e muito em tempo — e o resultado costuma parecer exatamente o que é. Freelancers variam demais para servir de referência: há gente excelente e há quem some no meio do projeto. Agências tradicionais cobram de R$ 8 mil para cima, muitas vezes embutindo estrutura que o seu negócio não usa. Um site profissional completo, com identidade visual e processo enxuto, cabe na casa dos poucos milhares de reais — desde que o preço seja fechado e o escopo esteja no papel.
Na Montan, o valor é público e sem surpresa: site profissional por R$ 3.500, com identidade visual inclusa, ou aplicativo por R$ 7.000. E na condição de lançamento, site + app saem por R$ 2.500 — limitada aos primeiros 12 projetos. Manutenção é opcional, por R$ 500/mês, sem fidelidade. Veja o detalhamento na página de preços ou peça um diagnóstico grátis: a gente analisa sua presença atual e mostra o caminho de subida, passo a passo, antes de você gastar um real.
Pronto para construir sua escalada?
Site R$ 3.500 · App R$ 7.000 · Promo de lançamento: Site + App por R$ 2.500 (12 vagas). Identidade visual inclusa.
